Análise do pesquisador Ary Carlos, publicada no Políticos do Sul da Bahia:
Mais uma vez a cidade Grapiúna terá uma das eleições mais disputadas da Bahia. O prefeito Capitão Azevedo (que foi muito criticado ao longo do mandato, principalmente pela sua indefinição política) começa a dar sinais de melhora, e com um governo mais articulado e com um bom volume de obras mostra-se competitivo para a disputa eleitoral.
Do outro lado está o ex-prefeito e deputado federal mais votado em Itabuna, Geraldo Simões, que insiste em impor a candidatura de sua esposa Juçara Feitosa.
Como possíveis novidades surgem os nomes do deputado estadual Coronel Gilberto Santana-PTN e o vereador Wenceslau Júnior-PCdoB. Estas candidaturas prejudicam diretamente a Simões (Wenceslau) e Azevedo (Santana).
Apesar de não disporem de candidaturas competitivas, partidos como o PMDB, PSDB, PP, PR E PDT tem papel importante devido ao tempo de TV.
A persistir a estratégia do PT para as 30 maiores cidades da Bahia, o deputado Geraldo Simões será convocado para disputar o pleito Grapiúna.
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terça-feira, 26 de julho de 2011
sábado, 23 de julho de 2011
PT REJEITA ALIANÇA AUTOMÁTICA COM O PMDB
Não chega a ser um veto, mas o diretório estadual do PT decidiu dificultar eventuais alianças entre petistas e peemedebistas nas próximas eleições. Estão proibidas, conforme deliberação da executiva, "alianças automáticas" do PT com o PMDB e também com o PPS. Sequelas da refrega eleitoral de 2010, quando Geddel tentou tirar o escalpo de Wagner.
O posicionamento do diretório, porém, não é radical. Aliás, radicalismo é uma coisa que os petistas abandonaram há muito tempo.
Como ficou claro, estão proibidas as alianças automáticas, ficando aberta a possibilidade de coligação, desde que aprovada pela executiva, analisando-se caso a caso.
Na hora da onça beber água, o critério será totalmente pragmático, como convém à nova agenda petista...
O posicionamento do diretório, porém, não é radical. Aliás, radicalismo é uma coisa que os petistas abandonaram há muito tempo.
Como ficou claro, estão proibidas as alianças automáticas, ficando aberta a possibilidade de coligação, desde que aprovada pela executiva, analisando-se caso a caso.
Na hora da onça beber água, o critério será totalmente pragmático, como convém à nova agenda petista...
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